sexta-feira, 15 de abril de 2011
São João de Lourosa tem talento – Guilherme Gomes
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Obras na Igreja

S. João de Lourosa, 24-09-10
RESUMO DOS TRABALHOS Nº CC-02
Teve lugar uma nova reunião no local da obra, na qual estiveram presentes a equipa técnica do construtor, a equipa responsável pelo restauro do interior (Arte e Talha), o dono de obra e o técnico responsável pelo acompanhamento da obra.
Dos trabalhos e análises entretanto efectuadas, verificam-se alguns pontos dignos de registo:
1 - Agora que as plataformas dos andaimes interiores permitem o acesso fácil e directo ao tecto da nave da igreja, verificou-se que o tecto apresenta um estado de degradação bastante acentuado, impondo provavelmente uma remoção total para reparação e restauro em estaleiro, com posterior recolocação. Este cenário não sendo de todo inesperado (recordar que a proposta inicial da Arte e Talha previa exactamente uma remoção total do tecto), foi sendo colocado de lado nos últimos tempos, julgando-se que não haveria necessidade de uma intervenção tão profunda. Contudo, agora que se pode tocar o tecto com os olhos, verifica-se a necessidade premente de uma intervenção profunda e cuidada ao nível do tecto, tomando-se consciência que, uma intervenção superficial no local sem remoção das peças danificadas, apesar de ser um pouco mais económica não permite o desenvolvimento de um trabalho correcto, estável e cujos resultados possam perdurar no tempo … é que o tecto terá actualmente mais de 90% das suas peças de madeira danificadas (partidas, fendilhadas, empenadas, etc.). Para além do custo de intervenção superior, esta situação obrigará a uma intervenção da “Arte e Talha” que se irá prolongar além do prazo previsto pela “Vilda” para a sua intervenção. Será uma situação a coordenar com o Sr. Pe. Francisco quando regressar, uma vez que essa realidade interferirá com o período de Natal, no qual se previa ter já a igreja disponível.
2 – No seguimento dos trabalhos de limpeza e preparação já efectuados no espaço sobre a sacristia e estando a intervenção neste espaço ainda em estudo, a ideia que vai ganhando corpo sobre a intervenção a desenvolver no tecto passa pela colocação de um tecto em gesso cartonado tipo Pladur a acompanhar a inclinação da cobertura, em detrimento do tecto em painel de contraplacado como pensado, uma vez que esta solução permitirá forrar e ocultar toda a estrutura metálica do tecto e da cobertura. Por outro lado, sendo em pladur, poder-se-á prever a colocação de uma ou outra reentrância para posterior iluminação indirecta, com resultados mais positivos do que aqueles que se conseguiriam se fosse em painel de contraplacado.
3 – Ao nível da cobertura exterior, foi retirado todo o beirado na zona posterior da igreja não se tendo avançado muito mais uma vez que se prevê a colocação durante a próxima semana de uma estrutura metálica coberta acessória, que permita destelhar completamente esta zona sem se correr o risco de prejuízos e danos provocados por chuvas. Por enquanto, foi protegida devidamente a cobertura destelhada.
Carlos Chaves, arqtº.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Obras da Igreja

Obras de Beneficiação e Remodelação da Igreja Paroquial de S. João de Lourosa – Viseu
S. João de Lourosa, 15-09-10
RESUMO DOS TRABALHOS Nº CC-01
"Reuniram no local da obra a equipa técnica do construtor, o dono de obra e o técnico responsável pelo acompanhamento da obra, tendo sido observadas várias tarefas em curso.
As obras já se iniciaram, tendo sido montada toda a estrutura interior de andaimes e praticamente todas as plataformas, de modo a permitir a intervenção no tecto da nave da igreja, tal como previsto. Esta intervenção no interior da igreja irá decorrer em simultâneo com a intervenção no exterior (essencialmente ao nível da cobertura) e consistirá no restauro e reparação do tecto em madeira, sendo retiradas todas as peças danificadas para restauro e posterior reaplicação. Aproveitando os trabalhos de substituição da cobertura, será tratada toda a madeira do tecto pelo seu tardoz.
O espaço existente por cima da sacristia, encontra-se já completamente limpo e com o tecto retirado (encontrava-se bastante danificado incluindo a estrutura de suporte) de forma a poder permitir também aí a intervenção necessária. Apesar de estar inicialmente previsto a aplicação de uma estrutura e tecto idênticos ao existente, optou-se em obra, sem que daí resulte alteração de preço, por aproveitar a inclinação do telhado de forma a permitir um pé-direito maior que o existente, o que poderá potenciar uma utilização mais interessante deste espaço enquanto possível espaço museológico. Assim, será aplicada a estrutura do telhado, sobre a qual se aplicará painel em contraplacado a ocultar o painel metálico e restantes elementos constituintes do telhado. Tal como acordado no orçamento aceite, não haverá mais nenhum tipo de intervenção nesta zona para além do tecto, que agora ficará inclinado a acompanhar a inclinação da cobertura.
Ao nível da cobertura, foram já iniciados os trabalhos de remoção da telha sobre a zona do altar-mor, verificando-se a existência de uma abóbada executada em tijolo ao cutelo (previa-se eventualmente em tabique ou fasquiado de madeira) com a estrutura de madeira de suporte ao telhado bastante danificada em alguns pontos. Aqui será retirada a cobertura, tendo o cuidado, assim está assumido pelo construtor, de proteger devidamente a zona destelhada contra a chuva que se avizinha."
Carlos Chaves, arqtº.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Cemitério de S. João de Lourosa foi ampliado
Há muito aguardada pela população, foi inaugurada, no passado dia 29 de Agosto, a ampliação do cemitério de São João de Lourosa. Tratava-se de uma obra, há muito desejada, que viu agora a sua concretização. A obra, cujo custo, suportado na sua totalidade pela Câmara Municipal de Viseu, ultrapassou os 150.000,00€.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Projecto Limpar Portugal
Quatro lixeiras na freguesia de São João de Lourosa foram eliminadas

A iniciativa “Limpar Portugal” foi um verdadeiro sucesso. Por todo o país, cerca de 100 mil voluntários recolheram mais de 70 mil toneladas de lixo, apesar do tempo não ter ajudado à iniciativa. Na freguesia de São João de Lourosa quatro lixeiras foram
eliminadas, numa delas os voluntários contaram com a colaboração de Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu, e de António Fonseca, presidente da Junta de Freguesia, que assim deram o seu contributo para o êxito da iniciativa.
O coordenador para o distrito de Viseu afirmou que o Projecto Limpar Portugal “foi um sucesso no distrito e em todo o país”. Luís Amaral mostrou-se orgulhoso com a adesão que a iniciativa teve na região, que “deu uma prova acima da média, do que é um serviço voluntariado”. “Se nós precisávamos de alguma motivação, essa foi a
maior”, pois “as pessoas aderiram com condições absolutamente adversas”, sublinhou, aludindo ao mau tempo que se fez sentir.
A coordenação do projecto, em Viseu, esteve centrada no Governo Civil. No balanço da iniciativa, Miguel Ginestal felicitou a organização distrital pelo “trabalho fantástico” que levaram a cabo.

A iniciativa “Limpar Portugal” foi um verdadeiro sucesso. Por todo o país, cerca de 100 mil voluntários recolheram mais de 70 mil toneladas de lixo, apesar do tempo não ter ajudado à iniciativa. Na freguesia de São João de Lourosa quatro lixeiras foram
eliminadas, numa delas os voluntários contaram com a colaboração de Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu, e de António Fonseca, presidente da Junta de Freguesia, que assim deram o seu contributo para o êxito da iniciativa.
O coordenador para o distrito de Viseu afirmou que o Projecto Limpar Portugal “foi um sucesso no distrito e em todo o país”. Luís Amaral mostrou-se orgulhoso com a adesão que a iniciativa teve na região, que “deu uma prova acima da média, do que é um serviço voluntariado”. “Se nós precisávamos de alguma motivação, essa foi a
maior”, pois “as pessoas aderiram com condições absolutamente adversas”, sublinhou, aludindo ao mau tempo que se fez sentir.
A coordenação do projecto, em Viseu, esteve centrada no Governo Civil. No balanço da iniciativa, Miguel Ginestal felicitou a organização distrital pelo “trabalho fantástico” que levaram a cabo.
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