segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Obras da Igreja


Obras de Beneficiação e Remodelação da Igreja Paroquial de S. João de Lourosa – Viseu

S. João de Lourosa, 15-09-10

RESUMO DOS TRABALHOS Nº CC-01

"Reuniram no local da obra a equipa técnica do construtor, o dono de obra e o técnico responsável pelo acompanhamento da obra, tendo sido observadas várias tarefas em curso.
As obras já se iniciaram, tendo sido montada toda a estrutura interior de andaimes e praticamente todas as plataformas, de modo a permitir a intervenção no tecto da nave da igreja, tal como previsto. Esta intervenção no interior da igreja irá decorrer em simultâneo com a intervenção no exterior (essencialmente ao nível da cobertura) e consistirá no restauro e reparação do tecto em madeira, sendo retiradas todas as peças danificadas para restauro e posterior reaplicação. Aproveitando os trabalhos de substituição da cobertura, será tratada toda a madeira do tecto pelo seu tardoz.
O espaço existente por cima da sacristia, encontra-se já completamente limpo e com o tecto retirado (encontrava-se bastante danificado incluindo a estrutura de suporte) de forma a poder permitir também aí a intervenção necessária. Apesar de estar inicialmente previsto a aplicação de uma estrutura e tecto idênticos ao existente, optou-se em obra, sem que daí resulte alteração de preço, por aproveitar a inclinação do telhado de forma a permitir um pé-direito maior que o existente, o que poderá potenciar uma utilização mais interessante deste espaço enquanto possível espaço museológico. Assim, será aplicada a estrutura do telhado, sobre a qual se aplicará painel em contraplacado a ocultar o painel metálico e restantes elementos constituintes do telhado. Tal como acordado no orçamento aceite, não haverá mais nenhum tipo de intervenção nesta zona para além do tecto, que agora ficará inclinado a acompanhar a inclinação da cobertura.
Ao nível da cobertura, foram já iniciados os trabalhos de remoção da telha sobre a zona do altar-mor, verificando-se a existência de uma abóbada executada em tijolo ao cutelo (previa-se eventualmente em tabique ou fasquiado de madeira) com a estrutura de madeira de suporte ao telhado bastante danificada em alguns pontos. Aqui será retirada a cobertura, tendo o cuidado, assim está assumido pelo construtor, de proteger devidamente a zona destelhada contra a chuva que se avizinha."
Carlos Chaves, arqtº.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Cemitério de S. João de Lourosa foi ampliado



Há muito aguardada pela população, foi inaugurada, no passado dia 29 de Agosto, a ampliação do cemitério de São João de Lourosa. Tratava-se de uma obra, há muito desejada, que viu agora a sua concretização. A obra, cujo custo, suportado na sua totalidade pela Câmara Municipal de Viseu, ultrapassou os 150.000,00€.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Projecto Limpar Portugal

Quatro lixeiras na freguesia de São João de Lourosa foram eliminadas





A iniciativa “Limpar Portugal” foi um verdadeiro sucesso. Por todo o país, cerca de 100 mil voluntários recolheram mais de 70 mil toneladas de lixo, apesar do tempo não ter ajudado à iniciativa. Na freguesia de São João de Lourosa quatro lixeiras foram
eliminadas, numa delas os voluntários contaram com a colaboração de Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu, e de António Fonseca, presidente da Junta de Freguesia, que assim deram o seu contributo para o êxito da iniciativa.
O coordenador para o distrito de Viseu afirmou que o Projecto Limpar Portugal “foi um sucesso no distrito e em todo o país”. Luís Amaral mostrou-se orgulhoso com a adesão que a iniciativa teve na região, que “deu uma prova acima da média, do que é um serviço voluntariado”. “Se nós precisávamos de alguma motivação, essa foi a
maior”, pois “as pessoas aderiram com condições absolutamente adversas”, sublinhou, aludindo ao mau tempo que se fez sentir.
A coordenação do projecto, em Viseu, esteve centrada no Governo Civil. No balanço da iniciativa, Miguel Ginestal felicitou a organização distrital pelo “trabalho fantástico” que levaram a cabo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

GNR vai fiscalizar a colheita de cogumelos silvestres


Apartir deste ano de 2010, o transporte e a colheita de cogumelos silvestres para consumo humano terá uma nova regulamentação e será punitiva para quem não cumprir a lei. A GNR, atra vés das suas forças militares específicas ligadas ao Ambiente, vai estar atenta à aplicação do Decreto-Lei. Trata-se da implementação da legislação contida no novo Código Florestal aprovado pelo Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, e que enquadra as orientações de política florestal, abrangendo o planeamento, o ordenamento e a gestão florestal, bem como as respectivas contra-ordenações, entre as quais sobressai a relativa aos cogumelos silvestres. Desde o passado dia 27 de Dezembro que a legislação em vigor diz que nos espaços florestais, a colheita e transporte de cogumelos silvestres para consumo humano, bem como o armazenamento temporário apenas pode ser efectuada por colectores habilitados com licença própria emitida pela Autoridade Florestal Nacional (AFN). A nova legislação indica que a colheita para fins particulares não pode exceder os cinco quilos de cogumelos silvestres comestíveis, por dia e por colector.
Restrições à colheita
Também não se poderão colher cogumelos no interior dos perímetros urbanos, em zonas a menos de 500 metros de estabelecimentos industriais que efectuem qualquer tipo de emissão gasosa ou nas bermas de estradas ou caminhos com tráfego rodoviário.
Outras restrições estão previstas na recolha do tão procurado fungo, nomeadamente, e entre outras, a proibição da apanha em terrenos onde se exerçam actividades agrícolas em que sejam utilizados factores de produção baseados em químicos de síntese ou actividades pecuárias intensivas. De sublinhar ainda que quem quiser apanhar cogumelos silvestres em explorações florestais ou agroflorestais privadas só o poderá fazer com o consentimento dos respectivos proprietários ou outros produtores florestais. A colheita para fins comerciais também é contemplada no novo Código Florestal, encontrando-se sujeita à autorização da AFN, a menos
que esteja prevista em Plano de Gestão Florestal aprovado e seja comunicada previamente à Autoridade Nacional. Relativamente às matas e florestas públicas, a colheita de cogumelos silvestres para consumo humano deve ser efectuada de acordo com o previsto nos planos de gestão florestal.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Tratado de Lisboa


O Tratado de Lisboa é assim denominado porque foi assinado na capital portuguesa em 17 de Dezembro de 2007. Este tratado, negociado ao longo de várias presidências da União Europeia, foi concluído pela Presidência Portuguesa e selou com chave de ouro o segundo semestre de 2007.
A União Europeia é o resultado da evolução de várias instituições especializadas que surgiram após a Segunda Guerra Mundial que a pouco e pouco se foram alargando a outros países e a outras áreas de acção até se formar a Comunidade Económica Europeia. Os tratados mais conhecidos e mais falados são os tratados de Roma, assinado em 1957 por apenas cinco países, o Tratado de Maastricht, assinado em 1993 já com quinze países entre eles Portugal, o de Nice que transformou a Comunidade Económica Europeia (CEE, como é muitas vezes conhecida) em União Europeia, assinado em 2001 na cidade francesa do mesmo nome. Além destes, houve e outros com os quais a Europa tem vindo a pouco e pouco a ser construída até Tratado de Lisboa que confirma a existência da União Europeia e institui os organismos legais que lhe dão existência.
As grandes diferenças entre ao vários tratados foi a evolução não só do número de países mas das funções dos acordos estabelecidos que começaram por ser de carácter económico e agora se estendem a uma política comum nos domínios económico, de representação externa, da segurança e dos direitos dos cidadãos.
O Tratado de Lisboa vai trazer uma Europa mais democrática e transparente pois o processo de decisão está agora perfeitamente definido e as indecisões que não permitiram a aprovação de uma constituição europeia proposta no Tratado de Nice e que quase faziam cair a entrada em vigor do Tratado de Lisboa desaparecem. Os Parlamentos nacionais ganham importância, pois podem participar mais nas decisões europeias e os cidadãos podem obrigar a que se façam novas políticas desde que um milhão de europeus assim o requeira, mas ganha sobretudo importância o Parlamento Europeu que agora passa a dispor de mecanismos que lhe permitem intervir na elaboração dos orçamentos europeus, na aceitação da Comissão e na aprovação de legislação europeia.
Com o Tratado de Lisboa, os cidadãos europeus passam a dispor de uma Carta de Direitos reconhecidos em todos os países, o que até agora não acontecia.
A União passa a dispor de um Presidente do Conselho Europeu, o órgão máximo da União e um representante para a política externa, o que significa, pelo menos teoricamente, que a Europa passará a falar a uma só voz nas grandes questões mundiais. Não se trata ainda os Estados Unidos da Europa, mas manter-se a vontade dos 27 em aprofundar as relações entre os Estados, é para lá que se caminha.
Para nós, Portugueses deverá constituir um motivo de orgulho ter o nome da nossa capital LIBOA ligado para sempre ao Tratado que concluiu a união da Europa com países que ainda há 70 anos estavam em feroz luta uns contra os outros.

João Inês Vaz
NO DIA 15 DE NOVEMBRO
Teivas recebeu Circuito InterConcelhio
de Carrinhos de Rolamentos

Teivas, na freguesia de São João de Lourosa, recebeu a penúltima etapa do Circuito InterConcelhio de Carrinhos de Rolamentos, prova que contou com 41 participantes, dos quais oito mulheres, 10 juniores e 23 seniores, que durante duas horas, em sistema de eliminatórias, rolaram no asfalto bem molhado do centro de Teivas. Depois dos habituais preparativos pela manhã, desde a montagem do som, da rampa de lançamento, do arco da meta, da informática e da verificação da segurança da via as equipas de trabalho descansaram para almoço. À tarde, cerca das 13,30 horas começaram a chegar os carrinhos de rolamentos, provenientes dos concelhos limítrofes, mas também dos distritos de Aveiro, Coimbra e Guarda. Uma presença que não abandonou a prova foi a chuva. De facto, durante toda a tarde a prova desenrolou-se debaixo de uma chuva que teimou em não parar.